Nesta lista, incluiremos bons filmes da década de 1990 pouco conhecidos ou lembrados geralmente pelos fãs da sétima arte. Independente de seus gêneros, os filmes abaixo conseguem expor de maneira positiva as propostas de suas tramas. Esta lista também não ficará restrita unicamente pelo cinema Hollywoodiano, trouxemos exemplos pontuais de ótimos filmes de outros países. Vamos à lista!

 

10º – Dormindo Com o Inimigo (Joseph Ruben, 1991)

O filme gira em torno de uma mulher que finge sua própria morte para escapar de seu marido que constantemente a pune fisicamente. Ótimo suspense escondido na década, ‘Dormindo com o Inimigo’ ainda nos traz uma ótima atuação da atriz Julia Roberts em seu começo de carreira.

 

9º – Meus Vizinhos, Os Yamadas (Isao Takahata, 1999)

Aqui, adentraremos ao cotidiano movimentado da família Yamada, destrinchando seus deveres diários, o convívio social e os eventuais problemas que surgem em suas trajetórias. Simples e divertida, a animação japonesa cumpre seu papel de entreter o público.

 

8º – Criei um Monstro (Mike Binder, 1999)

Para apimentar sua vida sexual com a esposa, um homem resolve tentar praticar sexo a três, convidando uma amiga para o ato. No entanto, sua esposa, receosa a princípio, começa a ficar completamente obcecada pela ideia, deixando o homem de lado e exacerbando seu lado lésbico. Uma comédia básica, sem a presunção de fazer-se séria, que consegue divertir bastante quem assiste, sempre utilizando poucos elementos.

 

7º – 8mm – Oito Milímetros (Joel Schumacher, 1999)

Um detetive particular é contratado para descobrir se uma fita de vídeo com um assassinato, encontrada por uma família rica, é real ou inventada. Um dos bons filmes da carreira de Joel Schumacher, ‘8mm – Oito Milímetros’ é um suspense dinâmico, que se aproveita dos clichês do gênero para guiar sua história.

 

6º – Ondas do Destino (Lars von Trier, 1996)

Pérola escondida na filmografia de Lars Von Trier, ‘Ondas do Destino’ é um filme sobre um casal apaixonado e o meio social ao seu redor cruel e destrutivo. Triste em seus desnivelamentos, a obra cobra certa paciência de seu espectador, recompensando este ao seu término.

 

5º – Temporada de Caça (Paul Schrader, 1997)

Explorando a derrocada à loucura de um homem, ‘Temporada de Caça’ é um dos grandes filmes do cineasta Paul Schrader. Teremos aqui todos os processos privados e sociais que o homem é submetido em meio ao seu construto psicológico em estada de degeneração. Veremos como a figura de um passado danoso também influência o homem, até mesmo mais que o presente, atuando como estrutura enraizada em sua psique. O filme ainda conta com uma atuação soberba de Nick Nolte à frente do personagem central.

 

4º – Uma História Real (David Lynch, 1999)

Um homem de idade inicia uma jornada, cruzando o país em seu trator, após descobrir que seu irmão está doente, vindo a enfrentar os diversos percalços do caminho. Filme diferente de tudo que David Lynch está acostumado, ‘Uma História Real’ é irretocável do primeiro ao último minuto.

 

3º – O Monstro (Roberto Benigni, 1994)

Roberto Benigni é conhecido pelo seu trabalho positivo à frente de ‘A Vida é Bela’, porém, três anos antes, o italiano já tinha trazido uma comédia extremamente divertida ao seu público. ‘O Monstro’ se vale bastante de um humor físico, onde as situações cômicas surgem de uma forma mais truncada, quase imposta ao espectador, sem, no entanto, perder sua dinâmica. Esquecido pelo tempo, este filme promove situações hilárias em cada cena explorada.

 

2º – O Mundo de Andy (Milos Forman, 1999)

O filme destrincha a vida e obra do comediante Andy Kaufman, expondo seu comportamento excêntrico, sua rotina agitada e seu senso de amoralidade que o rege. ‘O Mundo de Andy’ ainda propicia ao espectador uma das maiores atuações da carreira de Jim Carrey, que se faz aqui simplesmente irretocável.

 

1º – Lua de Fel (Roman Polanski, 1992)

Acontecendo em um cruzeiro, a trama se desenvolve, sempre alternando entre passado e presente, sob as vidas de quatro personagens, mostrando tudo o que tange aquela aura misteriosa que acaba guiando cada indivíduo. Seguindo a linha que Roman Polanski trilhou em toda sua filmografia, ‘Lua de Fel’ traz um quebra-cabeça ao espectador, sempre se valendo do senso da sexualidade latente que emana de cada desnivelamento da história.