Top10: Dez Filmes Mais Poéticos de Todos os Tempos

3º – Cinzas no Paraíso (Terrence Malick, 1978)Um jovem pobre que trabalha em uma fazenda elabora um plano, tentando convencer a sua namorada a se casar com o dono do lugar, um homem que estava morrendo. No entanto, as coisas fogem do controle dele quando a garota começa a se apaixonar pelo dono do lugar, colocando todo o plano inicial em perigo. ‘Cinzas no Paraíso’ trabalha com uma atmosfera poética do começo ao fim, contando com uma trama simples, mas extremamente visceral no que se propõe a contar.

 

2º – Três Mulheres (Robert Altman, 1977)Uma jovem ingênua de uma cidade pequena dos estados Unidos tem a chance de construir a sua vida na Califórnia. No lugar, a jovem, envolta a realidade de seu novo trabalho, conhecerá uma outra jovem, essa mais madura e com um comportamento desviante, desenvolvendo uma estranha relação de amizade com ela. Irretocável, ‘Três Mulheres’ é um filme que possui uma atmosfera escaldante que se faz parte atuante na trama, contrastando bem todas as inconsistências encontradas nas duas personagens centrais. Outro fato que ainda eleva o patamar do filme à alcunha de obra-prima é a quebra daquele drama estranho que temos em sua reta final, virando um terror psicológico que, certamente, lhe assustará mais do que muitos filmes característicos do gênero de terror. Ainda vale o destaque para a atuação irretocável de Shelley Duvall em uma das personagens e, claro, o grande destaque de toda a obra, a presença única de Sissy Spacek interpretando a outra persona central da história, atingindo a maior atuação de sua brilhante carreira e uma das mais impactantes do cinema na década de 1970. Enfim, obra-prima do diretor Robert Altman.

 

1º – Persona (Ingmar Bergman, 1966)Uma enfermeira é colocada para ficar como responsável por uma atriz que sofrera recentemente um colapso psicológico. Em completo estado de isolamento, as duas começarão a entrar em um processo catártico que alterará a forma como compreendiam a vida. ‘Persona’ trabalha com a figura da construção de máscaras sociais no ser humano, evidenciando como, às vezes, podemos vesti-las e nos esquecer de nossa própria essência.

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