Top10: Dez Filmes Para Quem Ama o Cinema de Ingmar Bergman

7º – A Noite (Michelangelo Antonioni, 1961)Um dia da vida de um casal de meia-idade é explorado pelo filme, trazendo toda a síntese do relacionamento entre aquelas pessoas e como elas encaram o seu meio social. Obra-prima de Michelangelo Antonioni, ‘A Noite’ é de uma beleza na concepção de cada plano que chega a arrepiar o espectador. Cada cena é capturada de forma impecável, conseguindo, muitas vezes, sem diálogos traduzir emoções e sentimentos de seus personagens. O filme ainda apresenta as atuações memoráveis de Marcello Mastroianni e Jeanne Moreau como protagonistas.

 

6º – Amor (Michael Haneke, 2012)Um senhor de idade tem que lidar com as alterações em sua vida após sua esposa ficar doente. Triste, ‘Amor’, obra dirigida pelo austríaco Michael Haneke, é irretocável do primeiro ao último minuto. Um filme que consegue captar como poucos os meandros do período final da vida, trazendo ao espectador uma história potente.

 

5º – O Espelho (Andrei Tarkovsky, 1975)Um homem em seus últimos dias de vida relembra eventos marcantes de sua infância, de sua mãe e fatos impactantes de sua jornada no mundo. O filme sofre de lapsos temporais durante toda sua projeção, variando entre diferentes épocas da vida do personagem. Obra-prima do cinema do russo Andrei Tarkovsky.

 

4º – Três Mulheres (Robert Altman, 1977)Uma jovem ingênua de uma cidade pequena dos estados Unidos tem a chance de construir a sua vida na Califórnia. No lugar, a jovem, envolta na realidade de seu novo trabalho, conhecerá uma outra jovem, essa mais madura e com um comportamento desviante, desenvolvendo uma estranha relação de amizade com ela. Irretocável, ‘Três Mulheres’ é um filme que possui uma atmosfera escaldante que se faz parte atuante na trama, contrastando bem todas as inconsistências encontradas nas duas personagens centrais. Outro fato que ainda eleva o patamar do filme à alcunha de obra-prima é a quebra daquele drama estranho que temos em sua reta final, virando um terror psicológico que, certamente, lhe assustará mais do que muitos filmes característicos do gênero de terror. Ainda vale o destaque para a atuação irretocável de Shelley Duvall em uma das personagens e, claro, o grande destaque de toda a obra, a presença única de Sissy Spacek interpretando a outra persona central da história, atingindo a maior atuação de sua brilhante carreira e uma das mais impactantes do cinema na década de 1970. Enfim, obra-prima do diretor Robert Altman.

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