Top10: Dez Filmes Ideais Para Quem Quer Morar Sozinho

Morar sozinho é um dos caminhos mais naturais e desejados por um jovem envolto a uma sociedade ocidental tradicional. Pensando nisso, direcionamos esta lista para aqueles que querem e para aqueles que já moram sozinho, trazendo a temática para o cinema. Os filmes citados abaixo trabalham por expor o cerne positivo, com a senso de liberdade, o sonho da independência (emocional ou financeira) e a importância de um espaço próprio, e, também, negativo, com os “apertos” financeiros, vizinhos chatos e a inerente solidão. Vamos à lista!

 

10º – Frances Ha (Noah Baumbach, 2012)Na trama, uma aspirante a dançarina tem que lidar com a chegada das responsabilidades da fase adulta, manter um contato social assertivo com seus amigos, viver sozinha e descobrir a figura do amor perdido por Nova York. ‘Frances Ha’ é dinâmico em seu compêndio de cenas, expondo o que há de mais comum à vida em uma sociedade contemporânea.

 

9º – Taxi Driver (Martin Scorsese, 1976)Um taxista se vê cada vez mais inserido em uma realidade pouco aprazível nas noites em Nova York. Pouco a pouco, o homem, envolto em uma rotina solitária, começa a perder o contato com a realidade, colocando em risco sua sanidade mental. Pertencente ao cinema de Martin Scorsese, ‘Taxi Driver’ elenca uma grande gama de eventos negativos presentes na humanidade, dando um olhar negativo até mesmo aos eventuais heróis da trama.

 

8º – Três Mulheres (Robert Altman, 1977)Uma jovem ingênua de uma cidade pequena dos estados Unidos tem a chance de construir a sua vida na Califórnia. No lugar, a jovem, envolta na realidade de seu novo trabalho, conhecerá uma outra jovem, essa mais madura e com um comportamento desviante, desenvolvendo uma estranha relação de amizade com ela. Irretocável, ‘Três Mulheres’ é um filme que possui uma atmosfera escaldante que se faz parte atuante na trama, contrastando bem todas as inconsistências encontradas nas duas personagens centrais. Outro fato que ainda eleva o patamar do filme à alcunha de obra-prima é a quebra daquele drama estranho que temos em sua reta final, virando um terror psicológico que, certamente, lhe assustará mais do que muitos filmes característicos do gênero de terror. Ainda vale o destaque para a atuação irretocável de Shelley Duvall em uma das personagens e, claro, o grande destaque de toda a obra, a presença única de Sissy Spacek interpretando a outra persona central da história, atingindo a maior atuação de sua brilhante carreira e uma das mais impactantes do cinema na década de 1970. Enfim, obra-prima do diretor Robert Altman.

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