Top10: Dez Filmes com a Atriz Isabelle Huppert

7º – O Tempo do Lobo (Michael Haneke, 2003)O filme nos traz a história de Anne (Isabelle Huppert) e seus dois filhos em uma luta desesperada pela sobrevivência quando descobrem que o mundo como conheciam já não existe. Temos aqui um filme pós-apocalíptico que traz para a tela o quanto o comportamento humano é flexível em uma escala destrutiva quando exposto a situações de adversidade. Como é tradicional do cinema de Michael Haneke, ‘O Tempo do Lobo’ se caracteriza por sua natureza dura, rústica e extremamente perturbadora.

 

6º – Madame Bovary (Claude Chabrol, 1991)Baseado no romance fabuloso de Gustave Flaubert, o filme traz a trajetória exacerbada de uma jovem, explorando sua ânsia em crescer socialmente e seus romances intensos. Esta adaptação de ‘Madame Bovary’ talvez seja a melhor de todas na sétima arte. Claude Chabrol consegue capturar minimamente as nuances mais emblemáticas do livro, elevando uma atmosfera ímpar para o desenrolar de cenas.  No entanto, o maior ponto de distinção entre esta obra das demais é a presença de Isabelle Huppert como protagonista, entregando uma atuação irretocável e visceral da primeira à última cena.

 

5º – O Lar (Ursula Meier, 2008)Tratando de um tema complexo como os efeitos da urbanização naqueles inseridos em determinados locais afetados diretamente, ‘O Lar’ é um filme conciso e pesado. Sua diretora, Ursula Meier, escolhe por ter uma abordagem rústica com seu espectador. Tudo ali mostrado é cruel, avassalador e triste. E as situações cômicas não ajudam a diminuir o peso da trama, somente a torna mais palatável.

 

4º – Um Assunto de Mulheres (Claude Chabrol, 1988)Alocado na França ocupada pelos nazistas, na 2ª Guerra Mundial, o filme conta a dura história de uma mulher que tem que lidar com a criação de seus filhos, um marido ausente e, ainda, a figura da repressão feminina à época. ‘Um Assunto de Mulheres’ é uma obra-prima do cinema, trazendo uma história potente sobre as implicâncias de um modelo social destrutivo nas vidas dos mais diversos indivíduos. Aqui, ainda temos uma das maiores atuações femininas da história do cinema, propiciada pela fantástica Isabelle Huppert.

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