Top10: Dez Filmes Maravilhosos Que Fazem Uso de Cores Vibrantes

Trouxemos dez filmes maravilhosos que fazem uso de cores vibrantes. Todas as opções citadas abaixo se utilizam das figuras das cores expostas a cada plano para dar ainda mais força ao conteúdo transmitido pela trama e por seus personagens, tornando o item mais do que um simples detalhe estético, mas, também, parte atuante na trama. Vamos à lista!

 

10º – Vestida Para Matar (Brian De Palma, 1980)Uma estranha mulher começa a assassinar os pacientes de um psiquiatra. Quando uma jovem presencia um dos assassinatos, a estranha mulher começará a investir seus esforços em silenciar a testemunha. Impecável, ‘Vestida Para Matar’ é um deleite para o fã de suspense. Um filme que aproveita de aspectos clássicos utilizados décadas antes por Alfred Hitchcock, vindo a criar novas características que seriam repetidas inúmeras vezes nos anos posteriores por filmes do mesmo gênero. Melhor suspense da carreira de Brian De Palma.

 

9º – Demônio de Neon (Nicolas Winding Refn, 2016)À procura de se tornar uma grande modelo, uma jovem muda de cidade e se aventura pelo mundo cruel da profissão. Estranhos eventos vão acontecer com ela e com as pessoas a sua volta, colocando em dúvida todo o seu objetivo inicial. Dirigido pelo ótimo Nicolas Winding Refn, ‘Demônio de Neon’ é impecável em sua construção estética, fazendo uso de cores quentes para dar dinâmica a cada fragmento de cena. A trama do filme também é bastante envolvente, deixando quem assiste completamente focado na resolução de cada conflito. Outro detalhe essencial para o sucesso do que Refn se propõe a contar é a presença de Elle Fanning como protagonista.

 

8º – Gritos e Sussurros (Ingmar Bergman, 1972)Quando uma mulher se encontra em meio à reta final de sua vida, condenada por um câncer, caberá às suas duas irmãs lhe dar algum conforto em meio à dor. No entanto, a presença das duas somente exacerbará o sofrimento de todos os ali expostos. ‘Gritos e Sussurros’ é um filme que altera a forma do espectador ver o mundo. Tudo ali contido é de uma perfeição impressionante. Não são poucas as cenas que, literalmente, nos arrepiam por sua substância intensa, como, por exemplo, o monólogo do personagem de Erland Josephson em relação à uma das irmãs, sob a figura de um espelho, ou o momento em que as personagens de Liv Ullmann e Ingrid Thulin embarcam em uma discussão sobre a constituição do relacionamento familiar entre as duas. Enfim, são vários os momentos incríveis deste filme. Uma das maiores obras já concebidas no cinema.

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